Saúde

Risco da variante Ômicron continua muito alto, diz OMS

Variante Ômicron já superou a Delta e é predominante entre os novos casos no mundo
Myke Sena/MS – 07.01.2022

O risco associado à variante Ômicron do coronavírus continua muito alto, com novos registros de infecções na última semana, alertou a OMS (Organização Mundial da Saúde).

“Foram notificados mais de 21 milhões de novos casos, o maior número de casos semanais desde o início da pandemia”, informou a OMS em seu relatório epidemiológico semanal sobre a Covid-19.

A agência observou que o número de novos casos cresceu 5% na última semana até o domingo (23), em comparação com um aumento de 20% na semana anterior. “Um aumento mais lento na incidência de casos foi observado globalmente”, completou a OMS.

Quase 50 mil novas mortes também foram registradas, número semelhante ao da semana anterior, segundo a entidade, que ressaltou que a variante Ômicron continua a ser dominante no mundo.

Veja também
  • Internação por Covid aumenta risco de nova hospitalização e morte

    Saúde

    Internação por Covid aumenta risco de nova hospitalização e morte

  • Ômicron deixa seis estados e o DF com ocupação de UTI acima de 80%

    Saúde

    Ômicron deixa seis estados e o DF com ocupação de UTI acima de 80%

  • Saúde envia detalhes sobre autotestes de Covid-19 à Anvisa

    Brasília

    Saúde envia detalhes sobre autotestes de Covid-19 à Anvisa

“A epidemiologia atual do Sars-CoV-2 é caracterizada pelo domínio da variante Ômicron em escala global, a prevalência decrescente da variante Delta e uma circulação muito baixa das variantes Alfa, Beta e Gama”, explicou a agência.

“Países que registraram um rápido aumento nos casos de Ômicron em novembro e dezembro de 2021 tiveram ou estão começando a ver declínio nos casos”, acrescentou.

No entanto, “com base nas evidências atuais, o risco geral associado à variante Ômicron permanece muito alto”.

A OMS especificou que, nas sequências de amostras coletadas nos últimos 30 dias, a Ômicron representou 89,1% dos casos, e a variante Delta, outrora dominante, 10,7%.

Fonte: Saúde R7

Botão Voltar ao topo