Bahia

Assinatura de carro vale a pena? Há opções a partir de R$ 1.589 por mês

Preços altos dos automóveis, taxas desfavoráveis para o financiamento e baixa aprovação de crédito. Com esse cenário, ficou mais difícil estacionar um carro novo na garagem, ou até mesmo trocar o usado por um mais modelo mais atual.

Para curtos períodos, como uma viagem, há sempre a possibilidade do aluguel. A outra, que surgiu recentemente, é a assinatura. Sistema ideal para quem pretende ficar mais tempo com o veículo.

Na locação tradicional, o cliente pode não receber exatamente o veículo que ele quer: a reserva é feita por categoria, caso um carro esgote, há migração para outro. E também não será necessariamente um zero-quilômetro. Na assinatura, por outro lado, até a cor pode ser escolhida.

Assim como o aluguel, a assinatura não compromete o crédito de quem iria comprar por financiamento, por exemplo. O pagamento pode ser feito via cartão de crédito, o que ainda rende pontos. Também é prático para quem não gosta de lidar com documentação. No custo pago mensalmente estão inclusos os custos do Ipva, seguro e até mesmo o das revisões programadas.

Na prática
Atualmente, o carro de passeio zero-quilômetro mais acessível do país é o Kwid. A Renault oferece a versão Zen por R$ 68.190. Para a compra, é preciso mobilizar o valor completo ou pelo menos uma entrada. Para a assinatura, o cliente pode optar por planos de 12 a 48 meses.

No cenário mais curto, assinando por um ano com uma franquia para rodar até 1.000 quilômetros por mês, o custo mensal será de R$ 1.949. Em 18 meses, cai para R$ 1.819. Em 24 meses, para R$ 1.719; em 36 meses, para R$ 1.689 e, em 48 meses, sair por R$ 1.589.

Para quem vai ficar até um ano e meio, é uma opção que vale a pena. Ou seja, interessante para quem precisa fazer ajustes na renda e não quer comprometer o crédito ou imobilizar o valor para comprar um automóvel. Além da facilidade de não ter trabalho com seguro, manutenção e documentação.

Para prazos maiores, a equação é menos favorável. Por exemplo, se o cliente ficar com o veículo por quatro anos, terá desembolsado R$ 76 mil e terá que devolver o carro para a empresa.

A concorrência da Renault também oferece opções, como a Fiat. No caso do Mobi, que custa inicialmente R$ 68.990 é oferecido em um sistema similar, mas com prazos diferentes, apenas para 36 ou 48 meses. Para 36 meses, com franquia de 1.000 km o custo é mais alto que o do Kwid: R$ 2.019.

Outras marcas também contam com a modalidade, incluindo fabricantes de carros premium, como a Audi. Assim, é possível ter um A3 hatch ou sedã pagando R$ 6.465 ou um elétrico e-tron por R$ 12.935 mensais

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Audi Signature

Flua: Modelos da Fiat, Jeep e Peugeot

Ford Go

Nissan Move

Renault OnDemand

Volkswagem Sign & Drive

Fonte: Correio

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