Abesata implementa certificação de excelência para empresas auxiliares de voos

A Associação Brasileira das Empresas de Serviços Auxiliares ao Transporte Aéreo (Abesata), em parceria com a Praxian Consultoria e o Aeroporto de Salvador, realizou a assinatura de um memorando que implementa um certificado de excelência para empresas auxiliares de voos, nesta segunda-feira (19), no auditório do Aeroporto de Salvador. O Certificado de Regularidade em Serviços Auxiliares ao Transporte Aéreo (Cres) atesta que as empresas auxiliares de voos são seguras e bem preparadas para entregar excelência dentro da cadeia de aviação. O documento que implementa o projeto foi assinado pelo CEO do aeroporto, Júlio Ribas, e pelo diretor-presidente da Abesata, Ricardo Aparecido Miguel. As empresas que auxiliam os voos são conhecidas como Esatas – Empresa de Serviço Auxiliar de Transporte Aéreo. Elas são responsáveis pelos serviços de carregamento de bagagem, limpeza da aeronave, abastecimento de combustível e lubrificantes, atendimento ao público, proteção de aeronave estacionada, entre outros. Para receber a certificação, as Esatas precisam obter uma pontuação acima de sete nas dimensões de ESG, financeira, regulação, pessoas e operacional. Segundo as informações do Cres, os critérios foram definidos com base nas normas da Agência Nacional de Aviação Civil (ANAC) e outros padrões de qualidade. Para os usuários, os benefícios de aeroportos com empresas certificadas são serviços mais eficientes, como a redução do risco de troca de malas e maior segurança nos voos. Como reforça o CEO do Aeroporto de Salvador, Júlio Ribas. “Ficamos muito contentes de desempenhar esse papel [de colaborar com a implantação da certificação] que valida a qualidade [do serviço]. No final, quem vai notar o resultado são os passageiros. É como se fosse uma grande orquestra, basta um instrumento desafinado para a jornada do passageiro não ser tão boa. Então é mais um grupo da unidade aeroportuária atingindo níveis de excelência”, disse. Para o aeroporto e para as exatas, um dos pontos positivos é um melhor posicionamento no mercado. “Ele é complementar aos critérios que os aeroportos brasileiros já possuem, reforçando a qualidade”, afirmou o diretor-presidente da Abesata, Ricardo Aparecido Miguel.
Fonte: Correio




