SP inicia conversa para volta de bandeiras de mastros em estádio

Divulgação/Dragões da Real
Torcidas organizadas e autoridades de São Paulo realizaram uma reunião, nesta segunda-feira (27), para discutir diversos pontos relacionados às agremiassões, inclusive uma possível volta das bandeiras de mastros, que são proibidas por lei no Estado desde 1996.
Estiveram na reunião representantes de torcidas organizadas do São Paulo, Palmeiras, Corinthians, Santos e Ponte Preta, o comandante-geral da PM, Fernando Alencar, o delegado da Drade (Delegacia de Polícia de Repressão aos Delitos de Intolerância Esportiva), Raul Godoi, o ouvidor das polícias paulistas, Elizeu Soares Lopes, além de membros da OAB (Ordem dos Advogados do Brasil), Ministério Público e Vigilância Sanitária do Estado.
Na conversa, ficou firmado o compromisso de iniciar discussões para a elaboração de protocolos para volta segura das bandeiras de mastros, que é uma das principais reivindicações das torcidas organizadas paulistas há duas décadas e meia. Esses materiais foram probidos nos estádios de São Paulo depois do confronto entre torcidas de São Paulo e Palmeiras, no trágico episódio que ficou conhecido como Batalha do Pacaembu, em 1995.
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Desde a proibição, algumas vezes já foram especuladas conversas para possível volta, mas nenhuma chegou a avançar. Agora, houve o aceno para a liberação das bandeiras, com maior controle, tendo o registro de todo material e sendo obrigados a serem guardados nos estádios.
Além desse assunto, os torcedores se compromoteram a contribuir para que cenas de violência envolvendo organizadas não se repitam quando o público nos estádios voltarem. Os representantes das torcidas também pediram para que as punições deixassem de ser coletivas, com banimentos das torcidas em estádios, por exemplo, e passassem a ser contra os indivíduos.
Na avaliação de participantes, tanto por parte das torcidas, como da Ouvidoria de Polícias, a conversa foi posivitva. “Foi uma excelente reunião é está aberta a porta e o caminho para que se dê uma chance à paz”, disse o ouvidor.
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Fonte: Esportes R7




