Esporte
River quer rebatizar o Monumental: lembre estádios com naming rights

O River Plate (ARG) está reformando o lendário estádio Monumental de Nuñez e, segundo o jornal Olé, procura empresas para comprarem os naming rights do local. A iniciativa vai de encontro com o que outros grandes clubes do mundo estão fazendo. Confira alguns estádios do Brasil e do mundo que foram rebatizados com a venda dos naming rights e quanto os times faturam:
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Allianz Parque (Palmeiras) – O acordo entre Palmeiras e a empresa que batiza o Allianz Parque renderá ao clube um total de R$ 300 milhões, sendo R$ 15 milhões anuais ao longo das duas décadas de acordo
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Neo Química Arena (Corinthians) – A Arena Corinthians, ou popularmente conhecida como Itaquerão, vai se chamar Neo Química Arena pelos próximos 20 anos. Os valores confirmados são de R$ 15 milhões ao longo das duas décadas, totalizando R$ 300 milhões
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Itaipava Arena Fonte Nova (Bahia) – A cervejaria fechou o acordo para batizar o estádio em 2013, com valores de R$ 100 milhões por dez anos (R$ 10 milhões por ano). Porém, um novo acordo em 2016 reduziu o preço para R$ 3 milhões anuais
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MRV Arena (Atlético-MG) – O estádio, ainda em obras, trará ao Galo R$ 60 milhões durante dez anos, sendo R$ 10 milhões ao longo da obra e os outros R$ 50 milhões com o passar dos anos
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Itaipava Arena Pernambuco – Mais um patrocinado pela cervejaria, a negociação segue os moldes da Fonte Nova: originalmente, R$ 10 milhões anuais por uma década, mas com a renegociação, o acordo ficou em R$ 3 milhões anuais
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Kyocera Arena (Athletico-PR) – A Arena da Baixada já carregou o nome da empresa que produz componentes eletrônicos. Em 2005, foi fechado um acordo com a Kyocera pela compra dos naming rights. O estádio foi rebatizado e ficou com o nome durante os três anos seguintes. A empresa pagava cerca de 1 milhão de dólares por ano ao clube, que nunca divulgou os valores oficiais
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Estádio Banpará Baenão (Paysandu) – O clube fez um acordo com o Governo do Pará, por meio do Banpará (banco estatal), pela venda dos naming rights do estádio até 2022. Ao todo, o Paysandu vai faturar R$ 1,5 milhão com o contrato
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Estádio Banpará Curuzu (Remo) – O mesmo acordo do Paysandu foi fechado com o rival Remo. O clube também receberá R$ 1,5 milhão pelo batismo do Caruzu com o nome do banco
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Allianz Arena (Bayern de Munique) – Um dos pioneiros da Europa a negociar naming rights, o Bayern faturou cerca de 346 milhões (R$ 2,1 bilhões na cotação atual) com o acordo entre o clube e a Allianz
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Signal Iduna Park (Borussia Dortmund) – Outro clube alemão que vendeu os naming rights foi o Borussia. Os valores do acordo com a empresa de seguros e serviços financeiros não foi revelado
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BayArena (Bayer Leverkusen) – O clube já foi criado por funcionários da farmacêutica Bayer e seu estádio possui origens de construção com a própria empresa
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Volkswagen Arena (Wolfsburg) – De acordo com o site ‘Stadium Database’, o acordo entre a montadora e o clube não é o mais tradicional de naming rights. A empresa financiou o estádio dividindo metade dos custos com a cidade de Wolfsburg
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Emirates Stadium (Arsenal) – O estádio rendeu ao clube londrino 150 milhões de libras (por volta de R$ 1 bilhão)
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Etihad Stadium (Manchester City) – A compra dos naming rights do popular City of Manchester Stadium somado a patrocínios da companhia aérea renderam 400 milhões de libras (R$ 2,9 bilhões) ao clube
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King Power Stadium (Leicester) – O grupo tailandês de varejo de viagem patrocina o clube e carrega o seu nome no estádio. (Valores não revelados)
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Wanda Metropolitano (Atlético de Madrid) – O conglomerado multinacional chinês adquiriu os naming rights no novo estádio do Atleti, inaugurado em 2017. Os valores do acordo não foram revelados
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Allianz Stadium (Juventus) – O Juventus Stadium é mais um que carrega o nome da empresa de seguros e, segundo o portal ‘Sports ProMedia’, renderá cerca de 103 milhões de euros (R$ 638 milhões) ao clube italiano até 2030
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Gewiss Stadium (Atalanta) – Desde 2019, o estádio do clube italiano carrega o nome da empresa de produtos e serviços para automatização residencial, energia e iluminação. Os valores não foram revelados
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Orange Vélodrome (Olympique de Marselha) – A Orange, empresa francesa de telecomunicações, adquiriu os naming rights do Vélodrome em 2016 por 3 milhões de euros (R$ 18,6 milhões) a cada temporada, segundo o site ‘MktEsportivo’
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Groupama Stadium (Lyon) – O clube francês negociou os naming rights de seu estádio em 2017. O acordo lhe rende entre 5 e 7 milhões de euros (R$ 31 milhões e R$ 43,4 milhões) por ano
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Fonte: Esportes R7




