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Parabéns, Pelé: veja os 10 gols mais incríveis feitos pelo Rei

Neste sábado, 23 de outubro, o mundo do esporte está em festa. Maior nome do futebol mundial, Pelé completa mais um ano de vida. Há exatos 81 anos, Edson Arantes do Nascimento nascia em Três Corações, Minas Gerais, para entrar para a história e imortalizar a camisa 10.

Após passar um 2021 com susto – com a descoberta de um tumor no cólon que resultou em um mês no hospital até receber alta, no fim de setembro -, Pelé tem muito o que comemorar. E o CORREIO entrou no clima: selecionamos os 10 gols mais bonitos e impactantes do Rei do Futebol. Veja:

Poucos viram

O gol que o próprio Pelé considera como o mais bonito de sua carreira é, também, o que poucas pessoas tiveram o prazer de acompanhar. Só as pessoas que estavam no pequeno e tradicional estádio da rua Javari, em São Paulo, no dia 2 de agosto de 1959, sabem exatamente como foi.

O Santos jogava contra o Clube Atlético Juventus e ganhava de 3×0. Eis que um jovem Edson Arantes do Nascimento, com 18 anos, distribuiu quatro chapéus, incluindo um no goleiro Mão de Onça, e, de cabeça, estufou a rede, marcando o 4×0 do Peixe. Apesar de histórico, o gol carece de registros. Mas foi reconstruído:

Gol de placa

No dia 5 de março de 1961, Pelé fez uma jogada tão impressionante no Maracanã que ganhou uma placa comemorativa – nascendo a expressão ‘gol de placa’.  Na vitória por 3×1 do Santos sobre o Fluminense, pelo extinto Torneio Rio-São Paulo, o Rei saiu do campo de defesa com a bola, driblou seis marcadores até a área e tocou na saída do goleiro Castilho. 

Pintura sobre a Venezuela

O primeiro jogo da história do Brasil contra a Venezuela aconteceu no dia 10 de agosto de 1969, em Caracas, pelas Eliminatórias para a Copa do Mundo de 1970. A seleção canarinha atropelou a rival por 5×0, com dois gols de Pelé. O primeiro dele (e segundo da equipe) é uma obra-prima, com o Rei driblando todo mundo até colocar a bola no fundo da rede.

Hat-trick em clássico

Em setembro de 1961, o São Paulo recebeu o Santos para a partida válida pela 10ª rodada do Campeonato Paulista. E quem foi ao Morumbi naquele dia viu um show de Pelé. O Rei marcou um hat-trick e comandou a goleada do Peixe no clássico San-São por 6×3. Um dos gols foi sensacional, com o craque saindo ainda do campo de defesa, deixando vários marcadores pelo caminho, até balançar a rede adversária.

Final da Copa do Mundo de 1958

Até hoje, Pelé é o mais jovem jogador a marcar em uma final de Copa do Mundo. Em 1958, aos 17 anos e nove meses, o caçula da Seleção balançou as redes duas vezes na vitória sobre a Suécia por 5×2. Um dos gols foi incrível: o Rei matou no peito na área, deu um banho de cuia no zagueiro e chutou sem deixar a bola cair.

Estreia no Mundial

Pelé, aliás, já tinha marcado naquela Copa algumas vezes. Nas quartas de final, anotou uma pintura sobre o País de Gales, garantindo a vitória do Brasil.

Mais uma vez sobre o País de Gales

O País de Gales, aliás, foi vítima de mais um golaço de Pelé poucos anos depois. Em um amistoso em 1962, como preparação para a Copa do Mundo daquele ano, o Brasil recebeu a seleção no Pacaembu, em São Paulo e ganhou por 3×1. Pelé marcou duas vezes, uma delas com bomba de fora da área. Seis jogos depois deste dia, em 17 de junho, o Brasil se tornaria bicampeão do mundo.

Amistoso contra a Bélgica

Em 1965, a Seleção recebeu a Bélgica no Maracanã, em um amistoso preparatório para a Copa do Mundo de 1966, na Inglaterra. Pelé foi o artilheiro da partida e marcou três vezes, comandando a goleada por 5×0. O segundo do Rei – e do Brasil – foi espetacular, com o jogador dando um nó nos marcadores.

Final da Copa de 1970

Na decisão do Mundial de 1970, contra a Itália, Pelé participou diretamente de três dos quatro gols do Brasil, na vitória por 4×1, que consolidou o tricampeonato mundial. Um deles veio com um histórico passe do Rei para Carlos Alberto – mas, naquela final, o astro também marcou um lindo gol, de cabeça, e abrindo o placar do duelo.

No Cosmos

Só dois clubes tiveram a honra de ter Pelé em seu elenco: o Santos e o New York Cosmos, dos Estados Unidos. No time americano, o Rei passou três temporadas, entre 1975 e 1977, atuando em 106 jogos e marcando 64 vezes. Entre vários lances maravilhosos, um gol sobre o Chicago Sting, em 1976, foi lindíssimo. 

Fonte: Correio

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